sábado, 1 de outubro de 2011

Desaparecidos...

 Caros leitores, peço desculpa por já não postar há algum tempo, mas como não se tem passado nada de especial na minha triste vida, não tem havido material de escrita. Até hoje, claro.
Hoje a Rita, que para quem não sabe é a galdéria da gata, decidiu levar a prole dela para a casa ao lado da minha, pura e simplesmente porque lhe incomodava o facto do cão olhar para os gatinhos. Sim, o cão só olhava para os gatos e os cheirava, não lhes fazia absolutamente mal nenhum.
Até achei fofinho o instinto protector da gata, não fossem os bichanos já começarem a comer e estarem habituados com gente. Como eu sou daquele tipo de pessoa que arranja dono para os gatos, nem que sejam vinte, detesto quando eles desaparecem, e detesto mais ainda quando eles já tem 1 mês e estão a começar a comer porque eu sei que a estúpida da gata não tem leite para os manter gordinhos e bonitos.
Então achei por bem saltar o muro e invadir uma propriedade privada onde não mora ninguém, excepto no verão, para ir buscar os gatinhos.
E é isto, anda a Caracóis Dourados, aos 22 anos, 7 meses e 9 dias (anotem que eu quero o livro “Intermitências da Morte” de Saramago quando fizer 23 anos, 0 meses e 0 dias) a saltar muros, na fé de que uma pessoa que me veja a andar por lá a remexer em tudo à procura de alguma coisa acredite que eu ando mesmo atrás dos gatos e não a tentar assaltar a casa.
Ainda não os encontrei, hoje tive pouco tempo para fossar a casa mas amanhã avanço o muro de novo…

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