Há certas coisas que me metem um bocado de nojo. Uma delas é quando as pessoas deixam os seus animais de estimação - e por “animal de estimação” entenda-se cão, porque os gatos dão-se ao respeito e não fazem estas coisas – lamber-lhes a boca.
É que eu não sei se sabem, mas os cães dobram-se todos e lambem a própria pila e depois, há pessoas, que com o maior sorriso do mundo, deixam que o cão chegue com a língua perto da boca delas. Pior, o cão lava as partes intimas e lambe a boca do dono, e ele acha que isso é porque o animal o adora e fica todo orgulhoso e contente.
Para mim, isto é o mesmo que lamber a pila do cão e isto meus amigos, é zoofilia, e ninguém me tira isto da ideia!
Cheia de curiosidade, espreitou pela janela e, depois, pelo buraco da fechadura… Não vendo ninguém, Caracois Dourados empurrou a porta e entrou.
segunda-feira, 19 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Bestialidades
Caracóis entra na casa de banho e vê um urinol ao lado da sanita.
Pensamento de uma mulher mentalmente sã:
Caracóis sai a porta e vê, escrito em letras garrafais azuis, MENINOS, e na porta ao lado, em cor-de-rosa, MENINAS. Eu e o cor-de-rosa nunca fomos grandes amigos…
Pensamento de uma mulher mentalmente sã:
"Ups… Enganei-me na casa de banho!"Pensamento da Caracóis:
"Fogo, porque é que esta casa de banho tem um urinol!? Enganaram-se!"
Caracóis sai a porta e vê, escrito em letras garrafais azuis, MENINOS, e na porta ao lado, em cor-de-rosa, MENINAS. Eu e o cor-de-rosa nunca fomos grandes amigos…
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Abre os olhos se fazes favor!
Sua pessoa estúpida e parva que andas a enviar-me mails de corrente por causa da fome em áfrica, tenho um recado para ti:
Portugal tem, neste momento, 1 milhão 160 mil desempregados, 1 milhão e 200 mil trabalhadores precários, 2 milhões e 700 mil pobres, 400 mil trabalhadores a ganharem 485€/ mês, 40 mil empresas encerradas em 2011, 600 mil crianças a perderem o abono, idosos que descontaram a vida inteira e recebem 254€/mês…
e tu estás com o cu alapado no sofá a mandar mails que não servem para nada? Revolta-te mas é com aquilo que está a acontecer no teu país e onde efectivamente podes fazer alguma coisa!
Portugal tem, neste momento, 1 milhão 160 mil desempregados, 1 milhão e 200 mil trabalhadores precários, 2 milhões e 700 mil pobres, 400 mil trabalhadores a ganharem 485€/ mês, 40 mil empresas encerradas em 2011, 600 mil crianças a perderem o abono, idosos que descontaram a vida inteira e recebem 254€/mês…
e tu estás com o cu alapado no sofá a mandar mails que não servem para nada? Revolta-te mas é com aquilo que está a acontecer no teu país e onde efectivamente podes fazer alguma coisa!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
esclarecimento
E depois do último post as visitas aqui têm aumentado muito.
Primeiro até gostei, mas depois achei estranho. Fui ver as pesquisas e percebi que o google decidiu que o meu blogue é pornografico.
Agora quem pesquisar por "foder mulheres xxx", "conas", "parrequinhas" e "pumba" (nesta última admito que a maliciosa sou eu, isto deve ser o pumba do Timon & Pumba) vem aqui parar.
Lamento muito seus taradões, mas eu sou uma pessoa muito séria e este blogue é tudo menos porno, para isso existe o red tube e outros do género...
Eu nunca costumo usar estas imagens, mas esta está muito engraçada, por isso, divirtam-se :P
Primeiro até gostei, mas depois achei estranho. Fui ver as pesquisas e percebi que o google decidiu que o meu blogue é pornografico.
Agora quem pesquisar por "foder mulheres xxx", "conas", "parrequinhas" e "pumba" (nesta última admito que a maliciosa sou eu, isto deve ser o pumba do Timon & Pumba) vem aqui parar.
Lamento muito seus taradões, mas eu sou uma pessoa muito séria e este blogue é tudo menos porno, para isso existe o red tube e outros do género...
Eu nunca costumo usar estas imagens, mas esta está muito engraçada, por isso, divirtam-se :P
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
As "pachachas"
Na minha altura existia na escola um grupo que todas as raparigas odiavam, eu inclusive, que eram as "pachachas". Este grupo é um grupo com história. Antes de eu entrar naquela escola secundária existiram as “parrecas” e as “parrequinhas”. Depois de eu sair continuaram as “pitas” e as “conas” que agora acho que são as “pusses”. E não estou a trata-las mal, eram as próprias que se apelidavam assim.
Eram as meninas betinhas e bonitinhas e lambe-botas dos professores que por trás eram também, como o nome indica, as maiores p***s... Eram as raparigas mais populares da escola, que andavam sempre com os rapazes mais bonitos e sem nada na cabeça, eram das melhores turmas, não por serem assim tão boas alunas como faziam passar, mas pelo lambe-botismo que fazia com que os professores aumentassem sempre pelo menos um valor na nota.
Estas coisas incomodavam-me na altura, não por querer ser como elas, mas pelo ridículo. Acho mesmo que na altura o que mais me incomodava era o sermão dos professores. O porquê de a minha turma, a dos calões que nunca ofereceram bombons aos professores e quando tiravam negativa não choravam, que saiam à rua nas manifestações e que ajudavam a organizar os estudantes, não podia ser igual à turma delas…
O funcionamento do grupo passava pelo recrutamento de estudantes que entravam para a escola. Primeiro contava a classe social, ninguém com escalão ousava sequer pensar em pertencer a este grupo. Depois a família, se fossem irmãs ou primas de algum membro eram automaticamente incluídas (mesmo que não quisessem). E por ultimo o requisito característico do grupo, o lambe-botismo e o não terem mais que x quilos, tinham que ser meninas bonitas.
O engraçado é que, passados quase 5 anos, esse grupo das “pachachas” mantem-se mais ou menos inalterado. Agora são as meninas boazinhas que estudam nas universidades privadas e que fazem voluntariado para as causas sociais. Não sei se continuam ou não a ser putas, mas da última vez que convivi com elas apeteceu-me fugir.
É a amizade mais falsa que pode existir. Pela frente são umas queridas umas com as outras, tratam-se por “pusses”, acho que é a actualização mais recente do nome, e andam sempre aos abraços e aos gritinhos. Quando se isola um único espécime, tudo muda e parecem pessoas normais, embora só continue a sair merda por aquelas bocas fora… Juro que se me perguntassem não lhes dava 20 a 25 anos, parece que a idade mental delas parou ali por volta dos 15.
E este, embora possa parecer, não é um texto de ódio. Só que como o Ricardo falou em grupos do secundário eu lembrei-me deste e não pude deixar passar.
Mas sim, se eu pudesse elas eram todas corridas à catanada!
Eram as meninas betinhas e bonitinhas e lambe-botas dos professores que por trás eram também, como o nome indica, as maiores p***s... Eram as raparigas mais populares da escola, que andavam sempre com os rapazes mais bonitos e sem nada na cabeça, eram das melhores turmas, não por serem assim tão boas alunas como faziam passar, mas pelo lambe-botismo que fazia com que os professores aumentassem sempre pelo menos um valor na nota.
Estas coisas incomodavam-me na altura, não por querer ser como elas, mas pelo ridículo. Acho mesmo que na altura o que mais me incomodava era o sermão dos professores. O porquê de a minha turma, a dos calões que nunca ofereceram bombons aos professores e quando tiravam negativa não choravam, que saiam à rua nas manifestações e que ajudavam a organizar os estudantes, não podia ser igual à turma delas…
O funcionamento do grupo passava pelo recrutamento de estudantes que entravam para a escola. Primeiro contava a classe social, ninguém com escalão ousava sequer pensar em pertencer a este grupo. Depois a família, se fossem irmãs ou primas de algum membro eram automaticamente incluídas (mesmo que não quisessem). E por ultimo o requisito característico do grupo, o lambe-botismo e o não terem mais que x quilos, tinham que ser meninas bonitas.
O engraçado é que, passados quase 5 anos, esse grupo das “pachachas” mantem-se mais ou menos inalterado. Agora são as meninas boazinhas que estudam nas universidades privadas e que fazem voluntariado para as causas sociais. Não sei se continuam ou não a ser putas, mas da última vez que convivi com elas apeteceu-me fugir.
É a amizade mais falsa que pode existir. Pela frente são umas queridas umas com as outras, tratam-se por “pusses”, acho que é a actualização mais recente do nome, e andam sempre aos abraços e aos gritinhos. Quando se isola um único espécime, tudo muda e parecem pessoas normais, embora só continue a sair merda por aquelas bocas fora… Juro que se me perguntassem não lhes dava 20 a 25 anos, parece que a idade mental delas parou ali por volta dos 15.
E este, embora possa parecer, não é um texto de ódio. Só que como o Ricardo falou em grupos do secundário eu lembrei-me deste e não pude deixar passar.
Mas sim, se eu pudesse elas eram todas corridas à catanada!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Desaparecimentos
Peço desculpa a quem sentiu a minha falta por ter desaparecido assim de repente. Não tenho tido grande vontade de escrever, as ideias fogem e quando voltam não tenho papel ou computador perto. Então elas chateiam-se comigo e voltam a fugir…
Também é verdade que não tido tempo para tudo, aqui a moça arranjou trabalho! VIVA, VIVA, VIVA!
E claro que quem me conhece sabe muito bem que estou a pensar “filho da mãe do trabalho, não tenho tempo para nada, nem sequer é na minha área, se não fosse ganhar salário ao fim do mês antes queria estar desempregada e ter o tempo todo para mim e para passear o cão!” - aumentando gradualmente o volume da voz.
E agora porque a minha Rita (a gata para quem não costuma ler isto) está desaparecida há já 3 meses e sinto saudades dela, assim muitas, muitas, muitas
SE VOLTARES PROMETO QUE GASTO O MEU PRIMEIRO SALÁRIO EM COMIDA GOURMET SÓ PARA TI!
Também é verdade que não tido tempo para tudo, aqui a moça arranjou trabalho! VIVA, VIVA, VIVA!
E claro que quem me conhece sabe muito bem que estou a pensar “filho da mãe do trabalho, não tenho tempo para nada, nem sequer é na minha área, se não fosse ganhar salário ao fim do mês antes queria estar desempregada e ter o tempo todo para mim e para passear o cão!” - aumentando gradualmente o volume da voz.
E agora porque a minha Rita (a gata para quem não costuma ler isto) está desaparecida há já 3 meses e sinto saudades dela, assim muitas, muitas, muitas
SE VOLTARES PROMETO QUE GASTO O MEU PRIMEIRO SALÁRIO EM COMIDA GOURMET SÓ PARA TI!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A minha Bolha
Tenho uma amiga que diz que eu vivo dentro de uma Bolha. E por mais que eu não queira admitir, ela tem razão.
A minha Bolha é tipo de sabão, daquelas bem bonitas, e lá dentro só entra quem eu quero e tudo é mais que perfeito. A minha Bolha é onde me refugio quando as coisas não me estão a correr bem, quando não me apetece enfrentar determinado problema, ou simplesmente quando eu quero.
No fundo, a minha Bolha, é a minha maneira de me proteger do mundo.
Na minha Bolha só entra quem eu quero e só sai quem eu deixo. Mas ontem alguém saiu da minha Bolha sem eu querer nem pedir. E saiu de uma forma tão bruta que sinto que a minha Bolha estourou…
A minha Bolha é tipo de sabão, daquelas bem bonitas, e lá dentro só entra quem eu quero e tudo é mais que perfeito. A minha Bolha é onde me refugio quando as coisas não me estão a correr bem, quando não me apetece enfrentar determinado problema, ou simplesmente quando eu quero.
No fundo, a minha Bolha, é a minha maneira de me proteger do mundo.
Na minha Bolha só entra quem eu quero e só sai quem eu deixo. Mas ontem alguém saiu da minha Bolha sem eu querer nem pedir. E saiu de uma forma tão bruta que sinto que a minha Bolha estourou…
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Sou uma Festeira!
Confesso que já andava com saudades de uma boa festa, e como a minha passagem de ano foi muito má, adiei para o dia de Reis.
Eu sei que ninguém gosta daqueles parvos que andam de porta em porta todos esganiçados a cantar e a pedir dinheiro, alegando que é o dia de reis e que reverte a favor da associação X. Mas só o gozo que me dá tocar (falando de instrumentos musicais) e ter alguém que oiça, mesmo que não goste muito, sabe-me bem.
Claro que as gargalhadas com os amigos, a jantarada no final e podermos gozar com aquelas pessoas que mal nos ouvem ao longe vão a correr fechar as portas e as cortinas para nos pensarmos que não está ninguém, como se quem está de fora não notasse, também são muito boas. Ou aquelas crianças que vêm à porta dizer “os meus pais não estão”, pois claro, todos os pais responsáveis deixam uma criança de 5 anos sozinha em casa.
Por mais estranho que vos possa parecer nós não ficamos chateados quando isto acontece, só nos rimos da parvoíce da pessoa que pensa que nós não vimos a porta a fechar devagarinho, os carros na garagem, ou a cortina a correr. Podem sair e dizer que não dão dinheiro, nós tocamos na mesma, só pelo prazer de tocar.
Confesso, sou uma festeira e já tenho saudades das festinhas da aldeia, dos arcos, das iluminações, das bandas de música, do fogo-de-artifício e do cantor pimba que vem fechar o espectáculo e de ganhar dinheiro à custa disto também que eu não vivo de pão e água.
Venham as festas que eu estou prontinha!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Passagem de ano
A minha passagem de ano vai ser do melhor, acho que vou entrar em mais discotecas e festas que toda a gente e sem pagar nenhum!
Boas entradas a todos!
Vou passar o "reveillon" a ir buscar pessoas etilizadas em estado de coma... Adoro a pessoa que sorteou o meu nome para ficar de serviço na passagem de ano, quando souber quem foi acho que lhe vou dar um "beijinho violento"
E Parabéns ao Blogue que faz 1 ano e aos seguidores que tem paciencia para me ler :)Boas entradas a todos!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Os Três Moscãoteiros!
Caros leitores, espero que tenham passado um Natal tão bom ou melhor que o meu. Sei que o meu espirito natalício andava de focinho baixo e de orelhas a arrastar no chão mas o cheirinho da canela e a minha avó a fazer os doces de natal levantaram-no.
Mesmo assim não venho aqui para falar do natal, venho para falar do livro que me ofereceram no natal (ou melhor, de um dos livros, mas o outro merece mais atenção por isso tenho que ler este primeiro para quando começar a ler o outro não me sentir pressionada… sim, eu sei que isso é estupido).
Eu bem pedi a toda a gente as “intermitências da Morte”, de Saramago, mas ninguém atendeu ao meu pedido e ofereceram-me “Os três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas.
Tenho a dizer que a minha geração foi marcada pelos desenhos animados “Dartacão e os três Moscãoteiros” e que eu, como criança inteligente e bem formada que era, adorava esta série animada e lembro-me de quase todos os episódios (pelo menos até o Dartacão e a Julieta terem filhos e aquilo se tornar uma palhaçada).
A parte boa do livro, além de estar bem escrito e da história ser viciante, é que me faz recordar os tempos em que via o Dartacão sentada nas cadeiras da cozinha. Que querem? não era uma menina rica para ter televisão na sala. A parte menos boa é que só agora percebo que a Rainha era uma grande pega que andava metida com o conde de Buckingham e que a Julieta, Constance no livro, era casada com um servo do Cardeal que era o senhorio do D’Artagnan, que depois se mete com ela... Com estas histórias todas, o Alexandre Dumas já era muito hard-core para a altura.
Mas pronto, vamos ao que me fez escrever que isto já vai grandito. Sempre que leio D’Artagnan o meu cérebro troca inconscientemente para Dartacão, e sempre que imagino as personagens Athos, Porthos e Aramis, não imagino pessoas, mas sim os cães.

Com o Cardeal Richelieu faço pior, ou melhor, tanto imagino aquele cãozinho asqueroso que aparecia nos desenhos animados,

Como as vezes imagino o tão querido “ramo de cerejeira” (espero que entendam a piada), o José Policarpo.

Ps: peço desculpa por não ter desejado bom Natal a ninguém aqui no blogue, mas acho que nos dias de Natal não anda aqui ninguém para ler isto e já há tanta gente a desejar bom Natal que achei desnecessario.
Mesmo assim não venho aqui para falar do natal, venho para falar do livro que me ofereceram no natal (ou melhor, de um dos livros, mas o outro merece mais atenção por isso tenho que ler este primeiro para quando começar a ler o outro não me sentir pressionada… sim, eu sei que isso é estupido).
Eu bem pedi a toda a gente as “intermitências da Morte”, de Saramago, mas ninguém atendeu ao meu pedido e ofereceram-me “Os três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas.
Tenho a dizer que a minha geração foi marcada pelos desenhos animados “Dartacão e os três Moscãoteiros” e que eu, como criança inteligente e bem formada que era, adorava esta série animada e lembro-me de quase todos os episódios (pelo menos até o Dartacão e a Julieta terem filhos e aquilo se tornar uma palhaçada).
A parte boa do livro, além de estar bem escrito e da história ser viciante, é que me faz recordar os tempos em que via o Dartacão sentada nas cadeiras da cozinha. Que querem? não era uma menina rica para ter televisão na sala. A parte menos boa é que só agora percebo que a Rainha era uma grande pega que andava metida com o conde de Buckingham e que a Julieta, Constance no livro, era casada com um servo do Cardeal que era o senhorio do D’Artagnan, que depois se mete com ela... Com estas histórias todas, o Alexandre Dumas já era muito hard-core para a altura.
Mas pronto, vamos ao que me fez escrever que isto já vai grandito. Sempre que leio D’Artagnan o meu cérebro troca inconscientemente para Dartacão, e sempre que imagino as personagens Athos, Porthos e Aramis, não imagino pessoas, mas sim os cães.

Com o Cardeal Richelieu faço pior, ou melhor, tanto imagino aquele cãozinho asqueroso que aparecia nos desenhos animados,

Como as vezes imagino o tão querido “ramo de cerejeira” (espero que entendam a piada), o José Policarpo.

Ps: peço desculpa por não ter desejado bom Natal a ninguém aqui no blogue, mas acho que nos dias de Natal não anda aqui ninguém para ler isto e já há tanta gente a desejar bom Natal que achei desnecessario.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Natal? A sério que é Natal?
O Natal é passando amanhã e o meu espírito natalicio está no nível -1... Parece-me muito mais Outubro do que Dezembro.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Caracois Back!
Pois, é verdade, o que é bom acaba depressa e eu voltei ontem da minha viagem, que se prolongou mais 3 dias em Lisboa. Não há palavras para descrever como foi bom e divertido, tenho pena de não ter durado mais uns diazitos.
Aconselho vivamente o mesmo roteiro que eu fiz: Portugal – País Basco (S. Sebastian) – Bélgica (Namur e Bruxelas) – França (Paris) – Portugal. Claro que podem não se divertir tanto como eu e os outros 44 que foram comigo mas a culpa é de quem não comentou o post anterior que ainda havia mesmo lugar.
Mas pronto, agora que voltei e já matei saudades de casa e da família e já pus o sono em dia, vou fazer o mesmo com a leitura dos blogs.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
1º post natalicio...
Alguém me explica qual é o objectivo da publicidade do Continente deste ano? Aquela que aparece o Pai-Natal a dizer que usa sempre o mesmo fato e que não corta a barba há mais de 80 anos?
Ps: A Caracóis vai 5 diazinhos para a Bélgica e vai ficar sem net, roam-se de "inveija" que eu depois conto como foi :)
Algum candidato a vir na mala?
É que se for dizer que o Pai-Natal é um grande badalhoco e que não aparece em público por causa do cheiro, conseguiram!
Algum candidato a vir na mala?
domingo, 27 de novembro de 2011
Alguém conhece uma bruxa?
Primeiro uma virose ataca o computador. Computador para arranjar e Inês sem net uns diazitos. Computador volta e…onde está o office? Computador de volta para a loja.
Depois o carro pára do nada, poucos dias depois de vir do mecânico. Vem o reboque e fico apeada à espera de boleia. Carro volta para a oficina.
Sem carro peço um emprestado ou então não podia fazer nada. Polícia aborda-me e pede “documentos da viatura se faz favor” e “o veículo tem a inspecção caducada”. Lá prometo que no dia seguinte vou ao posto da GNR com a inspecção em dia.
Dia seguinte carro avariado volta da oficina, já novinho, e quando eu me dirijo ao posto levar os documentos da inspecção do carro emprestado mais uma acidentezito. Inês bate contra o carro do “xô padre”.
Aparato na aldeia, Inês má da fita por bater com o carro no “xô padre”, INEM vem buscar uma velhota na mesma hora. Boato na aldeia “até veio o INEM para levar a moça”. Carro acabado de arranjar rebocado de novo porque nem andava e nem me safei da multa do carro que estava sem inspecção (pensamento positivo, a multa é ao proprietrio do veículo e não ao condutor)...
Mas esperem que ainda falta a cereja no topo do bolo…
Sexta a noite, saio com uns amigos, à boleia porque o carro não ficou sequer em estado de andar, e volto às 3.00h. Porta de casa fechada com chave por dentro, amigo da boleia já a andar para casa. Inês liga ao pai/mãe e “o seu saldo actual não lhe permite efectuar a chamada”. Inês bate a porta como uma desalmada, mas acaba por ficar na rua até as 6.00h, hora que a mãe acorda para ir fazer chichi e dá pela falta do rebento.
E tem sido isto… Alguém conhece alguma bruxa de confiança? É que eu começo a pensar que isto é sério…
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Quem me manda ser boa?
Gostaria de deixar aqui a minha palavra de agradecimento aos senhores do modelo, ou continente, ou a merda que aquilo é agora, pela boa qualidade do papel de embrulho e da fita-cola que nos entregaram para nos escravizar. Tenho a dizer que já não posso ver popotas e tenho a ponta do dedo toda arranhada de tentar cortar a fita-cola.
Gostava também de agradecer ao senhor Belmiro pela pela garrafa de água, das pequeninas, porque das grandes já era pagar muito, que me ofereceu por eu estar três horas e meia, vou escrever de novo que podem não ter visto bem, três horas e meia, a embrulhar presentes num fim-de-semana em que os brinquedos estavam com 50% de desconto.
Deixo também aqui uma palavra de apreço àquela senhora que me levou um brinquedo extremamente fácil de embrulhar que ate me fez suar a embrulhar aquela porcaria e que no final disse “oh menina, dê-me uma folha de papel que eu embrulho em casa que isto está tudo mal embrulhado!” e dizer-lhe que se não estivéssemos naquele sitio alguém tinha ficado sem dentes, e não era eu...
Gostava também de agradecer ao senhor Belmiro pela pela garrafa de água, das pequeninas, porque das grandes já era pagar muito, que me ofereceu por eu estar três horas e meia, vou escrever de novo que podem não ter visto bem, três horas e meia, a embrulhar presentes num fim-de-semana em que os brinquedos estavam com 50% de desconto.
Deixo também aqui uma palavra de apreço àquela senhora que me levou um brinquedo extremamente fácil de embrulhar que ate me fez suar a embrulhar aquela porcaria e que no final disse “oh menina, dê-me uma folha de papel que eu embrulho em casa que isto está tudo mal embrulhado!” e dizer-lhe que se não estivéssemos naquele sitio alguém tinha ficado sem dentes, e não era eu...
sábado, 5 de novembro de 2011
As minhas unhas continuam inteiras!
Sei que estou a ficar doida. Na outra noite roí uma unha, mas toda, a ficar mesmo puqunina e fiquei mesmo chateada comigo. Porra Caracóis, já há quase 2 anos que não roías assim as unhas sua besta!
E fiquei chateada, acordei de mau humor e tudo. Sei que pode parecer fútil, mas gosto das minhas unhas e de as ter grandes e arranjadinhas, e acho mesmo que é a única, ou das únicas, futilidades que mantenho.
Depois no metro, sem querer, meti o dedo na escada rolante e, por sorte tirei a tempo de não me magoar. E que alegria quando olhei para o dedo e vejo a minha unha normal, quase saltei de felicidade, até olhei para os outros dedos todos, para ver se não havia nenhuma roída mesmo.
Depois lembrei-me que tinha sido só um sonho…
E fiquei chateada, acordei de mau humor e tudo. Sei que pode parecer fútil, mas gosto das minhas unhas e de as ter grandes e arranjadinhas, e acho mesmo que é a única, ou das únicas, futilidades que mantenho.
Depois no metro, sem querer, meti o dedo na escada rolante e, por sorte tirei a tempo de não me magoar. E que alegria quando olhei para o dedo e vejo a minha unha normal, quase saltei de felicidade, até olhei para os outros dedos todos, para ver se não havia nenhuma roída mesmo.
Depois lembrei-me que tinha sido só um sonho…
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