segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sou uma Festeira!

Confesso que já andava com saudades de uma boa festa, e como a minha passagem de ano foi muito má, adiei para o dia de Reis.

Eu sei que ninguém gosta daqueles parvos que andam de porta em porta todos esganiçados a cantar e a pedir dinheiro, alegando que é o dia de reis e que reverte a favor da associação X. Mas só o gozo que me dá tocar (falando de instrumentos musicais) e ter alguém que oiça, mesmo que não goste muito, sabe-me bem.

Claro que as gargalhadas com os amigos, a jantarada no final e podermos gozar com aquelas pessoas que mal nos ouvem ao longe vão a correr fechar as portas e as cortinas para nos pensarmos que não está ninguém, como se quem está de fora não notasse, também são muito boas. Ou aquelas crianças que vêm à porta dizer “os meus pais não estão”, pois claro, todos os pais responsáveis deixam uma criança de 5 anos sozinha em casa.

Por mais estranho que vos possa parecer nós não ficamos chateados quando isto acontece, só nos rimos da parvoíce da pessoa que pensa que nós não vimos a porta a fechar devagarinho, os carros na garagem, ou a cortina a correr. Podem sair e dizer que não dão dinheiro, nós tocamos na mesma, só pelo prazer de tocar.

Confesso, sou uma festeira e já tenho saudades das festinhas da aldeia, dos arcos, das iluminações, das bandas de música, do fogo-de-artifício e do cantor pimba que vem fechar o espectáculo e de ganhar dinheiro à custa disto também que eu não vivo de pão e água.

Venham as festas que eu estou prontinha!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Passagem de ano

A minha passagem de ano vai ser do melhor, acho que vou entrar em mais discotecas e festas que toda a gente e sem pagar nenhum!

Vou passar o "reveillon" a ir buscar pessoas etilizadas em estado de coma... Adoro a pessoa que sorteou o meu nome para ficar de serviço na passagem de ano, quando souber quem foi acho que lhe vou dar um "beijinho violento"
E Parabéns ao Blogue que faz 1 ano e aos seguidores que tem paciencia para me ler :)

Boas entradas a todos!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Os Três Moscãoteiros!

Caros leitores, espero que tenham passado um Natal tão bom ou melhor que o meu. Sei que o meu espirito natalício andava de focinho baixo e de orelhas a arrastar no chão mas o cheirinho da canela e a minha avó a fazer os doces de natal levantaram-no.
Mesmo assim não venho aqui para falar do natal, venho para falar do livro que me ofereceram no natal (ou melhor, de um dos livros, mas o outro merece mais atenção por isso tenho que ler este primeiro para quando começar a ler o outro não me sentir pressionada… sim, eu sei que isso é estupido).

Eu bem pedi a toda a gente as “intermitências da Morte”, de Saramago, mas ninguém atendeu ao meu pedido e ofereceram-me “Os três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas.

Tenho a dizer que a minha geração foi marcada pelos desenhos animados “Dartacão e os três Moscãoteiros” e que eu, como criança inteligente e bem formada que era, adorava esta série animada e lembro-me de quase todos os episódios (pelo menos até o Dartacão e a Julieta terem filhos e aquilo se tornar uma palhaçada).

A parte boa do livro, além de estar bem escrito e da história ser viciante, é que me faz recordar os tempos em que via o Dartacão sentada nas cadeiras da cozinha. Que querem? não era uma menina rica para ter televisão na sala. A parte menos boa é que só agora percebo que a Rainha era uma grande pega que andava metida com o conde de Buckingham e que a Julieta, Constance no livro, era casada com um servo do Cardeal que era o senhorio do D’Artagnan, que depois se mete com ela... Com estas histórias todas, o Alexandre Dumas já era muito hard-core para a altura.

Mas pronto, vamos ao que me fez escrever que isto já vai grandito. Sempre que leio D’Artagnan o meu cérebro troca inconscientemente para Dartacão, e sempre que imagino as personagens Athos, Porthos e Aramis, não imagino pessoas, mas sim os cães.





Com o Cardeal Richelieu faço pior, ou melhor, tanto imagino aquele cãozinho asqueroso que aparecia nos desenhos animados,



Como as vezes imagino o tão querido “ramo de cerejeira” (espero que entendam a piada), o José Policarpo.




Ps: peço desculpa por não ter desejado bom Natal a ninguém aqui no blogue, mas acho que nos dias de Natal não anda aqui ninguém para ler isto e já há tanta gente a desejar bom Natal que achei desnecessario.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Natal? A sério que é Natal?

O Natal é passando amanhã e o meu espírito natalicio está no nível -1... Parece-me muito mais Outubro do que Dezembro.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Bem, tenho visto que muita gente vem cá parar por causa do Timon&Pumba, por isso, só para esses leitores, aqui fica :
Estava o Simba em posição de caça de rabinho para o ar, nisto chega Timon e Pumba.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Caracois Back!

Pois, é verdade, o que é bom acaba depressa e eu voltei ontem da minha viagem, que se prolongou mais 3 dias em Lisboa. Não há palavras para descrever como foi bom e divertido, tenho pena de não ter durado mais uns diazitos.

Aconselho vivamente o mesmo roteiro que eu fiz: Portugal – País Basco (S. Sebastian) – Bélgica (Namur e Bruxelas) – França (Paris) – Portugal. Claro que podem não se divertir tanto como eu e os outros 44 que foram comigo mas a culpa é de quem não comentou o post anterior que ainda havia mesmo lugar.  

Mas pronto, agora que voltei e já matei saudades de casa e da família e já pus o sono em dia, vou fazer o mesmo com a leitura dos blogs.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

1º post natalicio...

Alguém me explica qual é o objectivo da publicidade do Continente deste ano? Aquela que aparece o Pai-Natal a dizer que usa sempre o mesmo fato e que não corta a barba há mais de 80 anos?

É que se for dizer que o Pai-Natal é um grande badalhoco e que não aparece em público por causa do cheiro, conseguiram!

Ps: A Caracóis vai 5 diazinhos para a Bélgica e vai ficar sem net, roam-se de "inveija" que eu depois conto como foi :)
Algum candidato a vir na mala?