Estava o Simba em posição de caça de rabinho para o ar, nisto chega Timon e Pumba.
Cheia de curiosidade, espreitou pela janela e, depois, pelo buraco da fechadura… Não vendo ninguém, Caracois Dourados empurrou a porta e entrou.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Caracois Back!
Pois, é verdade, o que é bom acaba depressa e eu voltei ontem da minha viagem, que se prolongou mais 3 dias em Lisboa. Não há palavras para descrever como foi bom e divertido, tenho pena de não ter durado mais uns diazitos.
Aconselho vivamente o mesmo roteiro que eu fiz: Portugal – País Basco (S. Sebastian) – Bélgica (Namur e Bruxelas) – França (Paris) – Portugal. Claro que podem não se divertir tanto como eu e os outros 44 que foram comigo mas a culpa é de quem não comentou o post anterior que ainda havia mesmo lugar.
Mas pronto, agora que voltei e já matei saudades de casa e da família e já pus o sono em dia, vou fazer o mesmo com a leitura dos blogs.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
1º post natalicio...
Alguém me explica qual é o objectivo da publicidade do Continente deste ano? Aquela que aparece o Pai-Natal a dizer que usa sempre o mesmo fato e que não corta a barba há mais de 80 anos?
Ps: A Caracóis vai 5 diazinhos para a Bélgica e vai ficar sem net, roam-se de "inveija" que eu depois conto como foi :)
Algum candidato a vir na mala?
É que se for dizer que o Pai-Natal é um grande badalhoco e que não aparece em público por causa do cheiro, conseguiram!
Algum candidato a vir na mala?
domingo, 27 de novembro de 2011
Alguém conhece uma bruxa?
Primeiro uma virose ataca o computador. Computador para arranjar e Inês sem net uns diazitos. Computador volta e…onde está o office? Computador de volta para a loja.
Depois o carro pára do nada, poucos dias depois de vir do mecânico. Vem o reboque e fico apeada à espera de boleia. Carro volta para a oficina.
Sem carro peço um emprestado ou então não podia fazer nada. Polícia aborda-me e pede “documentos da viatura se faz favor” e “o veículo tem a inspecção caducada”. Lá prometo que no dia seguinte vou ao posto da GNR com a inspecção em dia.
Dia seguinte carro avariado volta da oficina, já novinho, e quando eu me dirijo ao posto levar os documentos da inspecção do carro emprestado mais uma acidentezito. Inês bate contra o carro do “xô padre”.
Aparato na aldeia, Inês má da fita por bater com o carro no “xô padre”, INEM vem buscar uma velhota na mesma hora. Boato na aldeia “até veio o INEM para levar a moça”. Carro acabado de arranjar rebocado de novo porque nem andava e nem me safei da multa do carro que estava sem inspecção (pensamento positivo, a multa é ao proprietrio do veículo e não ao condutor)...
Mas esperem que ainda falta a cereja no topo do bolo…
Sexta a noite, saio com uns amigos, à boleia porque o carro não ficou sequer em estado de andar, e volto às 3.00h. Porta de casa fechada com chave por dentro, amigo da boleia já a andar para casa. Inês liga ao pai/mãe e “o seu saldo actual não lhe permite efectuar a chamada”. Inês bate a porta como uma desalmada, mas acaba por ficar na rua até as 6.00h, hora que a mãe acorda para ir fazer chichi e dá pela falta do rebento.
E tem sido isto… Alguém conhece alguma bruxa de confiança? É que eu começo a pensar que isto é sério…
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Quem me manda ser boa?
Gostaria de deixar aqui a minha palavra de agradecimento aos senhores do modelo, ou continente, ou a merda que aquilo é agora, pela boa qualidade do papel de embrulho e da fita-cola que nos entregaram para nos escravizar. Tenho a dizer que já não posso ver popotas e tenho a ponta do dedo toda arranhada de tentar cortar a fita-cola.
Gostava também de agradecer ao senhor Belmiro pela pela garrafa de água, das pequeninas, porque das grandes já era pagar muito, que me ofereceu por eu estar três horas e meia, vou escrever de novo que podem não ter visto bem, três horas e meia, a embrulhar presentes num fim-de-semana em que os brinquedos estavam com 50% de desconto.
Deixo também aqui uma palavra de apreço àquela senhora que me levou um brinquedo extremamente fácil de embrulhar que ate me fez suar a embrulhar aquela porcaria e que no final disse “oh menina, dê-me uma folha de papel que eu embrulho em casa que isto está tudo mal embrulhado!” e dizer-lhe que se não estivéssemos naquele sitio alguém tinha ficado sem dentes, e não era eu...
Gostava também de agradecer ao senhor Belmiro pela pela garrafa de água, das pequeninas, porque das grandes já era pagar muito, que me ofereceu por eu estar três horas e meia, vou escrever de novo que podem não ter visto bem, três horas e meia, a embrulhar presentes num fim-de-semana em que os brinquedos estavam com 50% de desconto.
Deixo também aqui uma palavra de apreço àquela senhora que me levou um brinquedo extremamente fácil de embrulhar que ate me fez suar a embrulhar aquela porcaria e que no final disse “oh menina, dê-me uma folha de papel que eu embrulho em casa que isto está tudo mal embrulhado!” e dizer-lhe que se não estivéssemos naquele sitio alguém tinha ficado sem dentes, e não era eu...
sábado, 5 de novembro de 2011
As minhas unhas continuam inteiras!
Sei que estou a ficar doida. Na outra noite roí uma unha, mas toda, a ficar mesmo puqunina e fiquei mesmo chateada comigo. Porra Caracóis, já há quase 2 anos que não roías assim as unhas sua besta!
E fiquei chateada, acordei de mau humor e tudo. Sei que pode parecer fútil, mas gosto das minhas unhas e de as ter grandes e arranjadinhas, e acho mesmo que é a única, ou das únicas, futilidades que mantenho.
Depois no metro, sem querer, meti o dedo na escada rolante e, por sorte tirei a tempo de não me magoar. E que alegria quando olhei para o dedo e vejo a minha unha normal, quase saltei de felicidade, até olhei para os outros dedos todos, para ver se não havia nenhuma roída mesmo.
Depois lembrei-me que tinha sido só um sonho…
E fiquei chateada, acordei de mau humor e tudo. Sei que pode parecer fútil, mas gosto das minhas unhas e de as ter grandes e arranjadinhas, e acho mesmo que é a única, ou das únicas, futilidades que mantenho.
Depois no metro, sem querer, meti o dedo na escada rolante e, por sorte tirei a tempo de não me magoar. E que alegria quando olhei para o dedo e vejo a minha unha normal, quase saltei de felicidade, até olhei para os outros dedos todos, para ver se não havia nenhuma roída mesmo.
Depois lembrei-me que tinha sido só um sonho…
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