Aqui na minha terra enterraram-se ontem duas pessoas.
Namoraram durante 9 anos, estiveram quase para casar. Por motivos que desconheço separaram-se e ele emigrou para França. Voltou casado com outra e seguiram vidas diferentes.
Morreram os dois no sábado de manhã, já velhinhos. Quase à mesma hora, diferença de minutos, sem um saber da morte do outro.
O padre queria fazer só uma missa e um funeral em conjunto, mas devido ao passado dos dois nem a filha dela nem a mulher dele autorizaram.
Eu gostava de saber mais sobre a história, mas aqui na aldeia é caso abafado…
Cheia de curiosidade, espreitou pela janela e, depois, pelo buraco da fechadura… Não vendo ninguém, Caracois Dourados empurrou a porta e entrou.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Qualquer dia mando processar a Maya!
Já não é nem a primeira nem a segunda vez que ela diz que as pessoas do signo de peixes vão ter um dia muito bom e eu tenho um dia de merda!!!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A estupidez do argumentista
Fui só eu que achei mesmo estúpido o fim da má da novela da sic?
Qual foi a ideia do argumentista de matar a má de uma maneira que o resto das pessoas não souberam? É que se repararem só o público é que soube como a Diana morreu realmente.
Eu se fosse a Diana Chaves, não tenho vocação para ser tão boa como ela nem tão enjoada, mas se fosse ia gostar de saber que ela morreu por ser estúpida. E ia rejubilar de alegria ao saber que morreu asfixiada num caixão.
Senhor argumentista, reveja aquele fim, se faz favor!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Tempo trocado
Se eu acreditasse nessas coisas dizia que o S. Pedro anda bêbedo.
Pela primeira vez na minha vida fui há praia em Outubro e apanhei um dia melhor que durante todo o mês de Agosto.
Chegou o Verão!
sábado, 1 de outubro de 2011
Desaparecidos...
Hoje a Rita, que para quem não sabe é a galdéria da gata, decidiu levar a prole dela para a casa ao lado da minha, pura e simplesmente porque lhe incomodava o facto do cão olhar para os gatinhos. Sim, o cão só olhava para os gatos e os cheirava, não lhes fazia absolutamente mal nenhum.
Até achei fofinho o instinto protector da gata, não fossem os bichanos já começarem a comer e estarem habituados com gente. Como eu sou daquele tipo de pessoa que arranja dono para os gatos, nem que sejam vinte, detesto quando eles desaparecem, e detesto mais ainda quando eles já tem 1 mês e estão a começar a comer porque eu sei que a estúpida da gata não tem leite para os manter gordinhos e bonitos.
Então achei por bem saltar o muro e invadir uma propriedade privada onde não mora ninguém, excepto no verão, para ir buscar os gatinhos.
E é isto, anda a Caracóis Dourados, aos 22 anos, 7 meses e 9 dias (anotem que eu quero o livro “Intermitências da Morte” de Saramago quando fizer 23 anos, 0 meses e 0 dias) a saltar muros, na fé de que uma pessoa que me veja a andar por lá a remexer em tudo à procura de alguma coisa acredite que eu ando mesmo atrás dos gatos e não a tentar assaltar a casa.
Ainda não os encontrei, hoje tive pouco tempo para fossar a casa mas amanhã avanço o muro de novo…
domingo, 25 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Ser estagiário
Outro dia li um texto sobre estagiários e lembrei-me de como é mau ser estagiário.
Primeiro estamos ali sem nos pagarem, tipo aprendizes, antes do 25 de Abril. Trabalhamos tanto ou mais que os outros, às vezes, para mostrar que somos capazes e merecedores de um posto de trabalho. No final há sempre uma alma que vai verificar o trabalho que fizeste, o que me enerva solenemente.
Somos infinitamente gozados e maltratados pelos colegas mais velhos. A mim mandavam-me todos os 15 dias à câmara frigorífica de -20º só para buscar uns tubos. E não era uma câmara em que só metes lá as mãozinhas, não, tinha que entrar lá dentro e ainda procurar a merda da caixa dos tubos. Parecia que a mudavam de sítio para se poderem rir mais de mim. Saía de lá com os pulmões quase em gelo e a orientadora com um sorriso de orelha a orelha do lado de fora.
Na hora de almoço é o estagiário que vai buscar o café para todos, mesmo que não queira café.
Quando já não temos nada para fazer naquele dia mas temos que cumprir os horários e, por isso só podemos sair às 18h e já estamos mais que fartos de olhar para o relatório final (o meu estágio foi curricular), caímos na tentação do facebook/msn/blogs. Estás na net, mas cheio de medo de ser apanhado sem ser a ler artigos relacionados com o teu trabalho. E mesmo que tenhas o “chefe”na mira, ele arranja maneira de te apanhar.
E para finalizar, por mais que te esforces, no final do estágio, és simplesmente substituído por outro estagiário. Para quê pagar-te se o outro que chega vai fazer o mesmo e de graça?
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