terça-feira, 17 de maio de 2011

Queima das Fitas!


Queria deixar aqui uma mensagem de felicitações a todos os finalistas, especialmente aos do IPVC e à minha afilhada!!! aproveitem bem o último ano :)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

14 de Maio, por favor...

Estou mortinha para ser dia 14 de Maio… com esta treta toda do dia 13 tenho um altifalante na igreja que é perto da minha casa a passar músicas do género “a 13 de Maio na cova da iria/apareceu brilhando a virgem Maria” desde ontem de manhã... Eu devo ter pecados assim muito grandes…
Sinceramente acho que devia ser estudado o potencial das plantas dos campos de Ourém. Como é que há três pessoas que passam a vida no campo que têm visões de senhoras brilhantes em cima de uma árvore e do sol a andar as voltas no céu e ao invés de os internarem num hospício, dizem que é milagre? E como é que pouco tempo depois duas delas morrem em circunstâncias estranhas? Overdose de certezinha…
Quando eu tiver um laboratório só meu vou investigar todas as plantas dos campos de lá, devo arranjar um bom negócio com as propriedades alucinogénicas de alguma.

Nota: ninguém me tira da cabeça que isto do blogger não funcionar foi obra do Vaticano para ninguém poder gozar um bocadinho com o 13 de Maio e com os peregrinos

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Dia Mundial do Enfermeiro

A Corina de O Meu Reino da Noite deixou um selo do Dia Mundial do Enfermeiro :)
Obrigada Corina, e fica aqui um bocadinho da história da enfermagem, uma profissão de estômago...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pague 2, leve 1

Pedir o registo criminal implica saber especificar a finalidade dele. E eu, estúpida como uma porta, especifiquei a finalidade da formação para que me pediram a merda do papel que não serve para nada.
A funcionária então olhou para um papel que tinha todas as finalidades do registo criminal e escolheu a que achava mais próxima daquilo que eu tinha dito, e enquanto ia fazendo o requerimento deu-me os papéis para a mão e disse para eu procurar e ver se encontrava alguma coisa melhor. E em último lugar, lá estava: voluntariado. 
Ela lá tentou anular o primeiro que já tinha feito, mas como não conseguiu, impediu a impressão do documento, mas isso não basta para eu não ter que pagar… Ela então disse-me que eu ia ter que pagar os dois, porque ela não podia nem anular o que tinha acabado de pedir nem devolver-me o dinheiro. Nesta altura eu comecei a ficar impaciente e disse “se tenho que pagar os dois, passe-me os dois, não vou pagar dois e levar só um…”
Ela ainda tentou imprimir novamente, mas já não podia, nem me podia devolver o dinheiro e também não me podia cobrar só o segundo se eu estivesse em divida para com o tribunal…
É que não sei se estão a ver, mas o documento não serve mesmo para nada, nem para limpar o c*, que o papel é duro… aquilo só tem os meus dados pessoais que, acho eu, ainda sou uma pessoa capacitada para os dizer correctamente e ainda por cima o documento só tem validade de 3 meses. Além de que não percebi para que é preciso um papel a dizer que não tenho cadastro para fazer voluntariado…
Resultado: paguei 2 certificados de registo criminal e fiquei com um.
E com isto, ainda nem comecei a fazer voluntariado e já perdi a p*ta da vontade toda que tinha de ser boazinha…

domingo, 8 de maio de 2011

Imaginar pessoas

Tenho um amigo cego a quem a minha irmã disse que eu sou loira e mesmo que eu lhe explique que não, que o meu cabelo é castanho claro, ele não percebe. E eu compreendo-o.
Compreendo-o porque quando leio um livro não gosto que o autor descreva fisicamente as personagens. Se ele não fizer isso eu posso imagina-las completamente à minha maneira, usar actores ou amigos ou mesmo inventar pessoas. O meu cérebro faz isso automaticamente e muitas vezes, mesmo que o autor diga que determinada personagem é morena, se eu a tiver imaginado loira ela vai ser loira até ao fim.
O mesmo acontece com os autores de determinados blogs, como o meu, em que não mostram a cara ou dizem o nome. O meu cérebro tem tendência a imaginar e a criar uma pessoa e fico mesmo feliz quando em algum momento aparece uma descrição que coincide com a minha imaginação.
E foi por este motivo que deixei de tentar mudar a imagem que ele tem de mim, porque se calhar é mais fácil para ele que eu continue loira…

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O meu primeiro acidente rodoviário/ Porque é que eu teimo em sair de casa de pantufas?

Odeio quando me acordam de manhã cedo para fazer uma coisa que demora no máximo meia hora, e a minha mãe tem muito esse hábito.
No passado dia 19 de Abril acordou-me às 8horas para levar o carro dela para lubrificar ou uma coisa assim. A ideia era eu ir com ela, ela deixar lá o carro e voltarmos as duas. Simples, rápido, eu nem precisava de sair do meu carro… Levantei-me, vesti a primeira coisa que encontrei e fui de pantufas mesmo, a minha ideia era quando chegasse a casa enfiar-me de novo na cama. Escusado será dizer que o meu cabelo é encaracolado e quando acordo ele está assim “um bocadinho” para o volumoso.
Deixamos o carro dela e já vínhamos a caminho de casa quando um velhote de 88 anos, já com idade de estar em casa com os pézinhos ao lume, não parou no stop e atravessou o carro na frente do meu sem eu ter tempo sequer de travar. Os dois carros ficaram fantásticos para ir para a sucata, mas ninguém se magoou.
Chamaram-se reboques, polícia e bombeiros por causa do óleo que ficou na estrada, até parecia um acidente a sério, daqueles em que toda a gente pára para ver o que se passou…
Entretanto o senhor ficou com uma dor no peito e foi para o hospital e ficou o genro no lugar dele à espera da polícia.
Óbvio que uma pessoa que sai de pantufas de casa não leva a bolsa com a carteira e os documentos, então a minha mãe arranjou boleia e foi a casa buscar as minhas coisas. Para melhorar a situação a polícia chegou e a primeira imagem era de um senhor muito sério, calmo e bem vestido e uma saloia de pantufas, com uma camisola toda velha disfarçada pelo colete, toda despenteada, com as pernas ainda a tremer por causa do susto e sem documentos nenhuns.
Depois de ouvir sermão por não ter os meus documentos, soprar ao balão, andar às aranhas para encontrar os documentos do carro que eu sabia lá onde é que o meu pai guardava e prestar declarações, a minha mãe chega com as minhas coisas e para variar, numa carteira atulhada de papéis que não servem para nada, só encontrei o BI. A carta estava lá, mas só a encontrei em casa quando tirei papel por papel.
Acabei a manhã (isto de ter acidentes demora) a passear de pantufas pela cidade até ao sítio em que um amigo da minha mãe estava para nos levar para casa.
Acho que não é preciso dizer que à tarde fui toda bem vestida e penteada ao posto da GNR mostrar a carta de condução…

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ajuda...

Uma vez que já esgotei os meus passatempos de desempregada, que passavam por:
·         Ler todos os livros bons que tinha em casa;
·         Ver as 6 temporadas da série “how i met your mother” e alguns filmes que queria;
·         Ler alguns blogs (aqueles que eu gosto muito e fazem milagres quando estou mal humorada) do ponto em que os encontrei até ao primeiro post do autor (sim, eu já fiz isto com 4 dos blogs que sigo e só me faltam dois, dos quais já desisti de um por ser uma tarefa impossível);
·         Levar a minha avó a casa das 500 amigas dela – este ainda decorre quando ela quer;
·         Arrumar de uma vez o meu guarda-roupa e o meu quarto porque a minha mãe já se andava a passar;
·         Plantar alfaces, pepinos, pimentos, meloas e salsa no quintal – digam lá que não sou prendada…é chato que me esqueça todos os dias de regar aquilo, mas eu plantei;
Solicito a ajuda de quem quiser para novos passatempos, livros, filmes e séries que valham a pena.
O próximo é aprender a andar de saltos altos…